sábado, abril 05, 2008
Pois bem, mudarei de casa nesse final de semana. E pra variar, estou com saco preto e caixa até o pescoço. Como só vou desmontar o computador no domingo, ainda apareço por aqui pra contar como estão indo as coisas.
Em 13 anos de casa, a gente junta uma quantidade fenomenal de coisas, não é mesmo? E junto com as coisas materiais, as lembranças, sejam elas boas ou ruins.
Falando sério: nesta casa onde (ainda) estou, foi onde comecei a ver como a vida funciona. Terminei o ginásio, fiz o colégio, entrei na faculdade, tive meu primeiro emprego na vida - e o primeiro emprego como jornalista (estagiária), tive meu primeiro namorado, terminei com meu primeiro namorado, casinhos, brigas, alegrias... Sem contar a maior tristeza da minha vida até o momento.
Bom, isso está ficando para trás. Claro que carrego muita coisa comigo, mas agora uma nova casa está a caminho, e com ela mais desafios, mudanças e crescimento. Sim, eu sei que estou chegando aos 30 anos e continuo morando com meus pais. E eu sei que isso incomoda. Mas eles precisam de mim. Mais do que jamais precisaram. E eu não consigo abrir mão deles por enquanto.
Acho que essa nova fase vai ser de vai ou racha para todos, e eu gostaria que isso fosse positivo. E vai ser, afinal o carinho das pessoas importantes estará sempre conosco. E espero aproveitar esse momento para me organizar. Física, mental, financeira e psicologicamente. O negócio é respirar fundo e seguir em diante, sem medo de olhar pra frente e deixando as coisas ruins para trás.
quinta-feira, abril 03, 2008
Em 1991 eu era uma fedelha que estudava na sexta série do primário e que não sabia direito o que queria da vida. Uma completa alucinada pelo New Kids on the Block, a ponto de ter praticamente tudo relativo a banda - posters, recorte de revista, revista, álbum de figurinha, coleção de revista em quadrinhos, etc e tal. Menos os vinis, porque era caro pra cacete (pelo menos pra mim).
Cada vez que passava algum videoclip deles no Clip Trip, eu pulava em cima da cama da minha avó, para o desespero dela e as risadas do vovô. Eles tocaram no Rock in Rio. Com banda e vozes deles mesmos , ao contrário dos playbacks que rolaram em 2005 com NSync e a Britnéia. Chorei pq eu não assisti - tinha uma televisão só em casa e meu irmão queria ver jogo de futebol. Chorei litros, mas passou.
Em 2008 eu sou jornalista formada, estudante de MBA, com gosto musical bastante diferente. E o que eu vejo hoje? A volta do New Kids on the Block. Sim, a volta dos que já foram! E é engraçado que foi uma puta nostalgia, vi todos os clipes no YouTube, fiquei cantando na redação...E aí, vi algo que eu não esperava.
A foto atual. Sim, atual. Meudeusdocéu, os anos fazem realmente bem para algumas pessoas - no caso, nosso amigo Jordan Knight está absurdamente pegável, ainda mais com aquele terno alinhado. E nosso amigo Donnie Wahlberg também - embora não seja equivalente ao irmão, Marky Mark/Mark Wahlberg.
Achei que o Joey deu uma pioradinha. Ele sim era melhor menininho, deveria ter hibernado no formol e só acordado agora. O Danny deu uma senhora melhorada, com corpão e cara de ômi. O Jon? Bom, continua sem feder nem cheirar até hoje.
E como este é meu blog, e aqui eu me dou ao desfrute de ser brega quando eu quero, publico o video da Tonight - acho que foi uma das últimas músicas da fase bóibandi que eu realmente gostei. E o engraçado é que hoje ela me soa mais bacaninha do que na primeira vez que ouvi.
[youtube=http://youtube.com/watch?v=2OWUQh43WKo]
Ai, desopilei meu momento trevas nostálgicas, hahahahaha!
PS: Pra piorar tudo, só faltava Sebastian Bach e o Snake Sabo fazendo revival com o Skid Row. Aí sim eu me jogaria lá da ponte que caiu.
